Empresa destaca ganhos de produtividade, redução de custos e uso responsável da inteligência artificial em processos críticos do setor
O mercado de seguros brasileiro desponta como um dos mais promissores para a aplicação de inteligência artificial (IA), impulsionado pelo grande volume de dados, pela necessidade de automação de processos e pela pressão por eficiência em margens cada vez mais apertadas. Para a Objective, companhia especializada em coevolução digital, dados e IA, a tecnologia já deixou de ser experimental e passou a ocupar papel estratégico na transformação do setor.
“Seguros reúne exatamente os ingredientes ideais para extrair valor de IA: dados abundantes, processos repetitivos e decisões críticas de risco. Quando bem aplicada, a tecnologia aumenta a precisão na subscrição, reduz fraudes, acelera ativação de novas apólices e melhora significativamente a experiência do cliente”, afirma Leandro Saran, COO da Objective.
Do core ao agente de IA
A empresa atende seguradoras de grande porte, players médios e insurtechs que buscam modernizar sistemas legados e integrar novas camadas de dados e automação. Seu portfólio inclui modernização de core e ERP de seguros, plataformas digitais, soluções de dados & analytics e projetos de IA generativa e agentes autônomos.
“Hoje já entregamos agentes de IA que atuam como copilotos operacionais em processos críticos, como a validação de propostas, cotações e apólices na subscrição. Esses agentes recebem documentos, analisam inconsistências, classificam risco, checam possibilidade de fraude e encaminham automaticamente para revisão humana, sempre com governança e rastreabilidade”, explica o executivo.
Entre as principais aplicações práticas estão subscrição e precificação dinâmica, detecção de fraude, automação de regulação de sinistros, atendimento inteligente e análises preditivas para retenção e cross-sell. Segundo a Objective, casos já comunicados publicamente mostram redução de custo operacional de até 22% e ganhos de eficiência que chegam a 60% ou 70% em etapas específicas dos processos.
Inovação com governança
A recente aquisição da Eleflow, especializada em dados e IA, fortaleceu ainda mais a oferta da Objective para ambientes regulados. “A IA generativa é um grande acelerador de produtividade, mas só gera valor sustentável quando vem acompanhada de governança, explicabilidade e controle. Em seguros, compliance não é opcional”, ressalta o porta-voz.
Para a empresa, o desafio central do setor ainda está na integração de sistemas legados, na qualidade dos dados e na adoção cultural. A estratégia tem sido priorizar casos de alto impacto operacional, com retorno rápido e projetos-piloto bem governados.
Futuro mais preditivo e integrado
Na visão da Objective, o futuro do seguro será cada vez mais orientado por dados e decisões em tempo real. Tendências como IA embarcada no core, modelos híbridos humano+IA, produtos paramétricos e integração entre ecossistemas financeiros, de saúde e mobilidade devem moldar a próxima década. “O seguro do futuro será mais inteligente, preditivo e personalizado. Nosso papel é ser o parceiro tecnológico dessa jornada, combinando modernização de sistemas, plataformas digitais e IA generativa com segurança, governança e resultados concretos para o negócio”, conclui Saran.





