26/01/2021

“Flexibilização regulatória é necessária”, diz CEO da Berkley Brasil Seguros

“Flexibilização regulatória é necessária”

Apesar dos desafios impostos pela pandemia, a Berkley Brasil Seguros encarou as mudanças com absoluta seriedade. Com o desenvolvimento de novas proteções, a companhia mostrou para seus corretores e segurados que está disposta a apoiá-los neste momento de mudanças.

Na linha de frente da seguradora desde julho, Luciano Calheiros assumiu a responsabilidade de conduzir esse suporte aos clientes após 25 anos de experiência no mercado global. A escolha assertiva da seguradora viabilizou à continuidade de bons trabalhos no país e à criação de novas estratégias para este momento.

“Trabalhar em diferentes empresas permite que você tenha um olhar estratégico dos negócios. A atuação em diferentes continentes intensificou e moldou minha personalidade de aceitação e resiliência”, destacou recentemente em entrevista à Revista Corretora do Futuro.

Seguro Nova Digital – Neste ano atípico, quando todos os profissionais do mercado precisaram se adaptar ao home office, o que a seguradora fez para continuar dando suporte ao corretor?

Luciano Calheiros – Desenvolvemos produtos focados em determinados nichos. A visão da Berkley coincide muito com a minha, de que precisamos pensar mais em proteção do que em produtos. Buscamos formas de proteger e facilitar a vida dos nossos corretores e clientes, desenvolvendo formas de proteção, seja por meio de um bom seguro de acidentes ou de responsabilidade.

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S.N.D – Durante a pandemia, a seguradora lançou novas proteções, que visaram atender às expectativas do mercado. Como você analisa essa movimentação?

L.C – A Berkley é uma seguradora que atingiu um patamar importante no mercado global. Por isso, diversificamos os nossos produtos. Daremos continuidade a proteções que tenham aderência à nova realidade do mundo, entendendo as mudanças do consumidor para disponibilizar seguros apropriados, como exemplo, lançamos o seguro Live Eventos e protegemos uma nova modalidade de eventos chamada de Cine Drive-in.

S.N.D – Na sua análise, o tema ‘seguros’ ainda é um tabu no Brasil?

L.C – A penetração de seguros já existe em alguns poucos segmentos, mas ainda precisa avançar muito.

S.N.D – O que deve ser feito para impulsionar esse avanço?

L.C – Um dos principais pontos é trazer maior flexibilidade nas leis do mercado. O esforço para dar transparência ao setor é essencial para acabar com qualquer tipo de má impressão que o consumidor tenha com a indústria.

S.N.D – O número de pequenas e médias empresas cresceu exponencialmente nos últimos anos. Qual é a importância disso para o mercado segurador brasileiro e como desenvolver proteções para esse público?

L.C – Para criar proteções específicas para esse público é necessário que o corretor ouça as dores dos seus clientes. A partir disso, os produtos serão desenhados de acordo com o perfil de cada um.

Quando analisamos a economia brasileira, percebemos que a força está nas pequenas e médias empresas. É justamente aí onde está a maior fatia dos empreendedores do país. São essas pessoas que construíram seu próprio negócio. Por conveniência, esse é o foco da Berkley Brasil Seguros, uma companhia que foca no pequeno e médio mercado. Temos muita afinidade com essa visão empreendedora.

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