Longevidade traz responsabilidade financeira para os brasileiros

Longevidade traz responsabilidade financeira para os brasileiros
Em entrevista exclusiva, executivo esclarece os caminhos que devem ser percorridos para envelhecer de forma saudável

Embora o avanço da medicina tenha possibilitado mais praticidade no atendimento, parte da população ainda passa longe da taxa de mortalidade. Além dos fatores sociais, como segurança pública, outros problemas colaboram para essa estatística, diminuindo o índice de longevidade.

Saúde e renda são os dois pilares para o envelhecimento em alto nível. Entretanto, os cuidados para esses dois itens devem ser tomados logo cedo. Sendo assim, a Seguro Nova Digital procurou Fabiano Vidal, Diretor de Parcerias Comercias da Prudential e especialista em Longevidade da companhia. O executivo o que deve ser feito para envelhecer com saúde física, mental e financeira.

Seguro Nova Digital O avanço da medicina possibilitou a vida mais longeva aos seres humanos. Entretanto, surgiu outro grande problema: como envelhecer bem? De que maneira a Prudential do Brasil incentiva uma vida longeva e de qualidade?

Fabiano Vidal – O tema longevidade ganhou muita relevância nos últimos anos e não poderia ser diferente já que, em média, segundo dados do IBGE, vivemos até 30,8 anos a mais do que em meados do século passado,  alcançando uma expectativa de vida média de 76,3 anos. Dentro desse cenário, sabemos que não bastam os avanços da medicina para alcançar a longevidade com qualidade de vida.

SND – O que, então, é necessário para se ter qualidade de vida ao envelhecer?

FV – É preciso que um conjunto de fatores como segurança financeira, saúde mental e hábitos saudáveis de vida, como a prática de exercícios físicos, estejam em sintonia com a longevidade. A Prudential do Brasil incentiva seus clientes a alcançar esses pilares mostrando a importância de contar com a proteção do seguro de vida no planejamento financeiro, além de oferecer diversos projetos no âmbito da cultura, que contribui para o bem-estar emocional.

SND – Junto com a atividade física, a saúde mental também deve estar em dia. Investir em cultura também é um dever das seguradoras?

FV – Sim. Lançamos o Teatro Prudential ano passado, no Rio de Janeiro, e há três anos realizamos o Prudential Concerts, projeto que promove concertos de música clássica e popular por várias capitais do Brasil. No esporte, patrocinamos a seleção Brasileira de Escalada Esportiva, modalidade que acaba de entrar para os Jogos Olímpicos. É mais uma forma de ressaltar a importância das atividades físicas para a saúde como um todo.

SND – Os indicadores de obesidade e de sedentarismo no Brasil são altos.  Ao mesmo tempo, porém, o tema sobre prevenção da saúde é bem atual. Você acredita que as pessoas estão se preocupando mais com a saúde?

FV – Sim, certamente. É claro que ainda existe um desafio grande, não alcançamos um cenário satisfatório no país. Um exemplo é o estudo da OCDE (Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico) do ano passado, que revelou que mais de um quinto da população brasileira é obesa e, de acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil é líder mundial em sedentarismo, apesar de ser um problema global.

De qualquer forma, a conscientização em relação aos hábitos saudáveis para prevenção da saúde vem crescendo bastante. Um levantamento realizado ano passado pela Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), por exemplo, mostrou que oito em cada dez brasileiros realizam esforços para manter a alimentação saudável. Também a indústria de atividades físicas no Brasil movimenta cerca de 2,1 bilhões de dólares atualmente, ou seja, esses dados mostram que estamos no caminho certo na mudança cultural de hábitos para uma vida mais saudável.

SND – Devido à longevidade, atualmente está mais fácil convencer as pessoas de que elas devem preservar sua saúde financeira? Por quê?

FV – Sem dúvidas. O Brasil possui um cenário favorável ao crescimento da educação financeira. Tivemos, recentemente, a Reforma da Previdência, que abriu um caminho imenso para as seguradoras, no sentido de oferecer produtos de proteção como o seguro de vida —  um apoio importante às pessoas diante de imprevistos que interrompam o programa de aposentadoria.

Também temos uma taxa de juros (Selic) favorável, no menor patamar da história, além de inflação abaixo da meta. Tudo isso favorece o crédito e, somado à retomada gradual da economia e dos empregos, vai permitir que ainda mais brasileiros possam se planejar financeiramente, ou seja, preservem sua saúde financeira. Um dado importante a acrescentar é que, no âmbito dos seguros de vida, temos um enorme potencial de crescimento no Brasil. Uma pesquisa recente que a Prudential do Brasil realizou em parceria com o Ibope revelou que apenas 15% dos brasileiros possuem o produto, o que mostra uma oportunidade muito positiva para esse mercado.

SND – Como você enxerga o papel da Prudential do Brasil no mercado de seguros e na vida das pessoas?

FV – Por fim, a Prudential do Brasil é a maior seguradora independente do país no ramo de Vida, com 24% de market share no mercado de Planos Individuais de Seguros de Pessoas, faturamento de R$ 2,9 bilhões e mais de 2,4 milhões de vidas seguradas. Ao longo dos nossos 22 anos de história, temos o orgulho em estimular a cultura da educação financeira e planejamento sucessório, levando a proteção do seguro de vida para cada vez mais famílias brasileiras. Nesse caminho, o apoio e dedicação de parceiros comerciais como a Segasp são fundamentais. É um prazer participar da 8ª  Convenção Nacional, que só fortalece e contribui para o desenvolvimento cada vez maior do mercado de seguros.

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