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A produção escala para todo o Brasil
Em outubro, vou completar 10 anos de trabalho no mercado de seguros. Lembro-me da minha primeira cobertura de evento e a tensão ao ver minha matéria sendo avaliada pela minha editora na época. Com o aceno positivo para publicação da reportagem, desandei a escrever conteúdos deste setor e pude acompanhar com mais familiaridade as suas mudanças. E quanta coisa mudou de lá para cá.
Neste editorial não levarei em conta o já tão abordado impacto tecnológico que o setor experimentou essa década. Atenho-me, desta vez, apenas à descentralização da produção de seguros nesse período, um tema tão caro que está presente nesta edição. Atualmente, as regiões Sul e Sudeste permanecem sendo as principais ativas no desenvolvimento do setor. Entretanto, movimentos forjados em diversas regiões do país vêm para “concorrer” com esse protagonismo. É uma mostra de como o setor está atingindo mais pessoas.
Uma dessas iniciativas vem das executivas do mercado em Brasília. Mulheres estas que formam o Clube das Executivas de Seguros do Brasil (CESB), movimento de união que visa não só empoderar profissionais do setor de seguros da capital federal, mas também de todo o país. Após cinco anos em atividade, 28 mulheres reuniram-se para contar suas histórias que deram origem à obra ‘Executivas de Seguros Série Brasília’, lançada em março. A reportagem de capa conta a história da entidade por meio de uma entrevista exclusiva com Regina Lacerda, presidente do CESB e fundadora da Rainha Seguros.
As novidades com impactos na indústria em todo o país permeiam esta edição, que traz uma conversa transparente sobre a Lei nº 15.040/2024, conhecida como o Marco Legal do Seguro. Walter Polido, diretor da Conhecer Seguros, traz detalhes ainda pouco explorados.
Na esteira regulatória, uma reportagem sobre a recente normativa da ANTT reconfigura o segmento de proteção no transporte. A opinião dos especialistas consultados é unânime: é um marco de inovação no mercado.
Confira, ainda, a opinião produzida pelos olhos atentos dos nossos colunistas. Afinal, após dez anos de profissão, permaneço com a minha mania de mais ouví-los do que opinar.
Bons negócios!




