Contratação de seguros individuais cresce 94,14% no terceiro trimestre

Contratação de seguros individuais cresce 94,14% no terceiro trimestre

Reforma da previdência e mudanças no seguro DPVAT são apontadas como algumas das razões para alta, segundo especialistas

O mercado de seguros tem se mantido em alta e o melhor desempenho ocorreu no terceiro trimestre, quando o setor de seguros pessoais arrecadou 11,1 bilhões de reais, registrando crescimento de 16,9%, em comparação ao mesmo período do ano passado, conforme dados divulgados pela FenaPrevi. A modalidade com maior crescimento foi a de seguro individual, com alta de 94,14%.

Os dados da entidade revelam que também houve aumento das indenizações pagas no período, que cresceram 4% e totalizaram 2,6 bilhões de reais, diante de 2,5 bilhões de reais do ano anterior. O seguro prestamista, modalidade que cobre o pagamento de dívidas do varejo apresentou alta de 23,17%, enquanto as contratações de seguros para arcar com gastos envolvendo doenças graves subiram 18,7% no período.

Para Alberto Júnior, fundador do Grupo Life Brasil, a população brasileira tem despertado para a importância desse serviço, diante das mudanças pelas quais o País tem passado. “As pessoas estão se preocupando mais em se proteger de futuros imprevistos, e quem opta pelo seguro prestamista, por exemplo, garante a quitação de dívidas no caso de desemprego, invalidez, perda de renda e até mesmo morte”, comenta.

O seguro de vida também é uma alternativa à aposentadoria, pois com a reforma da previdência, os brasileiros estão mudando cada vez mais seus hábitos financeiros. Um levantamento realizado pelo Ibope apontou que 30% da população começou a poupar, após as novas medidas. “A partir de 2020 o seguro DPVAT não irá mais indenizar vítimas de trânsito, além disso, com a reforma da previdência, houve uma redução dos valores de pensão por morte. Por isso, é tão importante investir em uma proteção financeira”, comenta Alberto.

Existem diversas opções no mercado para as pessoas que desejam adquirir o serviço, que deve estar adequado às necessidades e capacidade de pagamento do cliente. Somente nos últimos cinco anos, o Grupo Life Brasil administrou mais de 8 bilhões de reais em capital de risco.

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