18/09/2020
Startup sugere que segurados evitem corretoras de seguros

Startup sugere que segurados evitem corretoras de seguros

Segundo a divulgação, modelo de comercialização de seguros dispensa a presença dos corretores

Uma startup voltada para proteção de auto e de smartphone surpreendeu pelo anúncio digital feito nesta semana. “Evite corretoras de seguros – Proteção auto sem burocracia“, diz a divulgação que pode ser vista na primeira página de pesquisa do Google. A ação foi denunciada por um integrante do grupo de profissionais de seguros no Facebook.

“Cada um vende seu seguro como pode e como quer. Mas não precisa atacar a imagem dos profissionais para se promover”, disse uma corretora.

O anúncio chama a atenção para o momento de mudanças no mercado, sobretudo no seguro auto. Seguradoras e insurtechs apostam no modelo pay-per-use a fim de atender maior número de consumidores. Além disso, o seguro para smartphone, corriqueiramente comercializado em varejo, é o segmento que as startups enxergam potencial de negócio.

Em agosto de 2019, a A Superintendência de Seguros Privados (Susep) liberou a criação de seguros com prazo reduzido e com vigência intermitente. A autarquia editou uma norma que vai permitir a comercialização no Brasil de produtos como o “pay as you use” ou “liga e desliga”, como são conhecidas as apólices que podem ser acionadas quando o veículo está em movimento e desligadas, quando o carro estiver na garagem.

Corretoras de seguros

Por fim, você pode debater sobre este e outros assuntos no grupo de WhatsApp da Seguro Nova Digital exclusivo para profissionais de seguros. Faça parte clicando aqui.

Leia a sexta edição da revista:

3 thoughts on “Startup sugere que segurados evitem corretoras de seguros

  1. Existem mercenários e consultores, os corretores de seguros são consultores, o cliente que quer apenas preço , nunca podrão exigir a melhor cobertura destas startup .

  2. Prezados senhores que fazem a revista mova digital, solicito a publicação de vocês das Seguradoras que estão apoiando e aceitando a produção destas empresas que estão sobrecarregando o setor judiciário com produtos mal comercializados visando apenas o interesse de lucros imediatos sem a mínima preocupação com o consumidor. Precisamos saber quem apoia tal procedimento e ajudar os consumidores a evitar produtos enlatados que no futuro irão saber que compraram gato por lebre. A Susep e de acordo com tal política ???

  3. O que penso sobre o amanhã do mercado consumidor e distribuidor, traz o corretor embarcando tecnologia no processo de comercialização, agregando novas ferramentas e não startups distribuindo, fazendo o papel indispensável do corretor. Esta aliança é saudável para a satisfação do segurado.

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