30/07/2021

Insurtech Darwin recebe aporte de R$ 11 mi e aposta em tecnologia para obter dados de clientes

Insurtech Darwin recebe aporte de R$ 11 mi e aposta em tecnologia para obter dados de clientes
Informações reveladas pelo site Exame mostram interesse da startup em conhecer potenciais consumidores de seguros

Na tarde desta quarta-feira, 21, o site Exame detalhou o processo de aporte que a insurtech Darwin recebeu para apostar no segmento de seguros. A primeira rodada da startup, fundada no início deste ano, tem a participação dos fundos venture capital Invisto e Duxx, focados a negócios com fintechs e agora no mercado segurador.

Ainda de acordo com a reportagem, o seguro da Darwin tem o intuito de premiar os motoristas mais prudentes com apólices mais em conta que os de motoristas mais agressivos ou barbeiros. E, na prática, poder oferecer serviços a um preço mais baixo que o da concorrência a partir de uma análise acurada do perfil dos clientes.

Sendo assim, o aplicativo da startup vai usar os dados de sensores de telemetria a fim de mensurar informações importantes sobre as características de direção de um motorista segurado. A velocidade média, por exemplo, será um fator determinante para a precificação do seguro. Além disso, questões como o jeito de pegar no volante, a quantidade de checagens de informações no celular com o carro em movimento, entre outros.

Tudo isso vai alimentar um score próprio de cada cliente. “Isso permitirá a criação de parâmetros de precificação mais precisos e adaptáveis para o cálculo do prêmio de cada pessoa”, diz Firmino Freitas, um dos sócios-fundadores da Darwin. O executivo ainda completa. “Não haverá o sistema padrão de “preço médio” do seguro para consumidores com perfis semelhantes, usado por boa parte da concorrência, mas que acaba criando médias injustas.”

A insurtech optou por iniciar suas operações no ramo de automóveis, porque, segundo ela, há uma “alta demanda reprimida no segmento”. Segundo a CNseg, no ano passado o mercado faturou cerca de R$ 35 bilhões com apenas 30% da frota brasileira assegurada. Desse modo, a empresa espera receber a aturização da Susep para, enfim, iniciar seu funcionamento até o fim do ano.

Este texto contém informações do site Exame

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