30/11/2020

A importância da marca para uma corretora de seguros

A importância da marca para uma corretora de seguros
Por: Bernard Biolchini*

Marca, segundo o Aurélio: s.f. Sinal que serve para que se reconheça uma coisa, para distingui-la de outra. Padronizar, segundo o Aurélio: Tornar igual, uniforme, uma única forma. Qual a importância de Definir ambas as palavras para mencionar sobre a Importância da Padronização da Marca ? Estudos Científicos demonstram que a codificação sensorial do cérebro humano, sempre terá a preferência para o que tem uma marca que segue um padrão. Isso pode não ser novidade para ninguém.

Afinal, as franquias (Modelo empresarial de maior relevância quando se refere as marcas e padrões), existem historicamente desde 1731 com Benjamin Franklin, em um negócio de impressão que criou. A própria Coca-Cola, que tem franqueados desde 1889, mas ainda é novidade para alguns mercados. Um deles, é o que se refere às corretoras de seguros

Por que as franquias fazem tanto sucesso? Porque permitem que os pequenos empreendedores reduzam em 90% os riscos dos seus negócios, pois por menor que seja, a empresa ela torna-se uma “célula” de um “grande corpo”. Isso atrai Clientes em virtude da padronização, da confiança que uma grande marca trás, maior poder de negociação junto ao mercado em geral, etc.

Órgãos oficiais possuem índices comparativos entre a taxa de mortalidade das empresas individuais comparadas às franquias comprovando a segurança. De acordo com informações divulgadas pelo SEBRAE, devido à maior segurança em relação ao Sistema de Franquias, uma vez que elas têm uma taxa de mortalidade bem inferior aos negócios próprios, vêm apresentando resultados muito superiores ao PIB.

Sigo com outro questionamento: por que o modelo verdadeiramente conceituado como franquias de corretoras de seguros, com licenciamento da marca e o pagamento de royalties, só chegou ao Brasil com o Grupo Pentagonal Seguros, em 2013? O fato do ramo da corretagem de seguros estar ligado à intermediação dos negócios entre o cliente final e as seguradoras, fazia com que apenas estas  tivessem  a preocupação com os Posicionamentos de suas marcas, não importava muito quem teria sido  o intermediário, desde que fosse um bom vendedor.

Não havia tecnologia, ou seja, telefones celulares, internet banda larga, e-mail, sistemas, assinatura eletrônica, Whatsapp, Google , Instagram, Marketing Digital e muito mais ferramentas que utilizamos atualmente.

O trabalho era “manual”, havia uma limitação geográfica de atuação e também de quantidade/capacidade de negócios possíveis por dia. Atualmente, graças a tecnologia disponível, uma corretora de seguros desempenha um papel de extrema relevância no mercado,  operando  de qualquer lugar do país, podendo fechar uma quantidade ilimitada de negócios, de onde estiver.

A corretora de seguros participa ativamente da prospecção, da negociação, do fechamento do negócio, da implantação, da solução de problemas, da regulação de sinistros e enfim, o Grupo Pentagonal Seguros foi visionário nesse mercado, pois anteviu que daquele momento em diante a padronização da marca, passou a também ser algo definitivo, em um caminho sem volta.

O crescimento exponencial da marca, não apenas em volume de produção, mas também como reconhecimento do público final, comprova a cada dia este fato. O mercado de corretora de seguros hoje possui apenas três camadas: grandes corretoras se fundindo e comprando as pequenas que não tem mais condições de competitividade; franquias de corretoras de seguros competindo em pé de igualdade com as maiores do mundo; e pequenas corretoras perdendo cada vez mais espaço e fadadas ao fechamento, sem serem adquiridas pelas grandes.

Encerro meu texto afirmando que o modelo de franquias é o único caminho que permitirá que o corretor pequeno sobreviva e torne-se junto à marca, um grande corretor.

Bernard Biolchini, CEO da Pentagonal Seguros

* Bernard Biolchini iniciou sua carreira adquirindo expertise no mercado de franquias, quando atuou como Controller do Mc Donald’s. Formado em Administração com MBA em Finanças pelo IBMEC, o executivo também é corretor de seguros, CEO do Grupo Pentagonal e em seis meses, desenvolveu a primeira cripto moeda corporativa brasileira, voltada para contratos inteligentes. O CPZ é um Token ERC20 no Blockchain da Ethenerum, com 1 milhão de moedas emitidas.   

 

 

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